Eng SR OSBL Q4
Braskem · Duque de Caxias
1. FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA
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Formação preferencial em Engenharia Química.
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Mínimo de 10 anos em processos industriais contínuos de médio ou grande porte, preferencialmente petroquímica, refino ou indústria química.
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Experiência comprovada em engenharia de operações/processo, análise de desempenho, solução de problemas operacionais e melhoria contínua.
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Experiência prática em tratamento de efluentes industriais, incluindo acompanhamento operacional e investigação de desvios.
2. CONHECIMENTOS TÉCNICOS FUNDAMENTAIS
Tratamento de efluentes industriais
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Conhecer o processo desde a geração e segregação das correntes até equalização, separação de óleos e graxas, tratamento físico-químico, tratamento biológico por oxidação, clarificação, gestão de lodo e lançamento final.
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Dominar os principais parâmetros do tratamento biológico: sólidos suspensos, idade do lodo, oxigênio dissolvido, nutrientes, recirculação.
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Reconhecer desvios operacionais e seus impactos na ETE, atuando na correção e estabilização do processo.
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Interpretar os principais indicadores de qualidade do efluente e desempenho biológico do sistema.
Ecotoxicidade e conformidade ambiental
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Entender a ecotoxicidade, diferenciando os impactos no tratamento biológico e no efluente lançado.
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Correlacionar resultados analíticos com correntes e condições das unidades geradoras, buscando identificar fontes e prevenir recorrências.
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Interpretar requisitos legais, como por exemplo, as normas do CONAMA, condicionantes de licença e limites de lançamento, convertendo-os em controles operacionais.
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Desejável experiência com o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), Programa de Autocontrole de Efluentes Líquidos (PROCON Água) e requisitos ambientais do Estado do Rio de Janeiro.
3. VISÃO INTEGRADA DAS UTILIDADES
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Drenagens industriais e águas pluviais: segregação de correntes, contenções e prevenção de transbordamentos.
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Tancagem atmosférica, pressurizada e criogênica: movimentação, inventário, controle de pressão, vaporização e segurança operacional.
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Sistemas de queima e alívio (flare): operação, selagem, ignição, despressurização e gestão de perdas.
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Ar de serviço e ar de instrumento: qualidade, secagem, ponto de orvalho e confiabilidade dos consumidores críticos.
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Nitrogênio: inertização, purga, selagem e cobertura de equipamentos.
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Soda gasta e outras correntes críticas: armazenamento, oxidação, neutralização e impactos sobre o tratamento biológico e a ecotoxicidade.
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Conhecimento em gestão de utilidades industriais, incluindo sistemas de água industrial, água desmineralizada, vapor, condensado e água de resfriamento, com foco em confiabilidade operacional, integridade de equipamentos, eficiência energética, conformidade ambiental e segurança de processos
4. ENGENHARIA DE OPERAÇÕES E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
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Conduzir diagnóstico estruturado de perturbações utilizando dados de processo, tendências, resultados laboratoriais, balanços e observação de campo.
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Identificar causas, testar hipóteses e definir ações de contenção, recuperação e prevenção de recorrência.
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Definir e acompanhar parâmetros, limites operacionais, alarmes e indicadores de desempenho.
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Aplicar análise de causa-raiz, ciclo de melhoria contínua e ferramentas de análise de falhas.
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Identificar oportunidades de melhoria de desempenho, confiabilidade, custos, consumo de produtos químicos e redução de perdas.
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Elaborar, acompanhar e implementar projetos que buscam aumentar a eficiência, a redução de custos e a melhoria de performance da área.
5. SEGURANÇA, CONFIABILIDADE E DISCIPLINA OPERACIONAL
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Visão ampla de Saúde, Segurança e Meio Ambiente, integrando riscos de processo, ocupacionais e ambientais às decisões.
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Conhecimento de análise de perigos, gestão de mudanças, investigação de incidentes e gestão de barreiras de segurança.
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Atuação próxima à Manutenção, Inspeção e Confiabilidade na gestão de ativos críticos e falhas recorrentes.
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Compromisso com procedimentos, limites operacionais e prevenção da normalização de desvios.
6. COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS
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Forte presença em campo e proximidade para orientação ao grupo de operadores e técnicos.
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Maturidade operacional, capacidade analítica, visão sistêmica e perfil investigativo.
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Liderança técnica, capacidade de posicionamento e tomada de decisão em situações de perturbação.
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Comunicação objetiva, integração entre áreas, humildade técnica e capacidade de desenvolver profissionais menos experientes.
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Proatividade, senso de urgência e comprometimento com resultados.
7. PRINCIPAIS ENTREGAS
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Estabilidade e segurança dos sistemas de utilidades e sistemas externos à área de processo.
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Robustez do tratamento de efluentes, com redução de instabilidades, eventos de ecotoxicidade e riscos ambientais.
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Melhoria da capacidade de antecipar, diagnosticar e solucionar perturbações operacionais.
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Maior confiabilidade dos ativos e redução de falhas e perdas, atuando nos RCA’s e RCM’s da área para aumento de confiabilidade e performance.
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Fortalecimento técnico e da disciplina operacional das equipes de turno.
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Atendimento consistente aos requisitos ambientais e integração efetiva entre as áreas de interface.